arquitetura

Uma categoria dedicada ao Design do Espaço. Então aqui você vai encontrar Decoração, Design de Interiores, Arquitetura e Urbanismo.

Centros Culturais – uma breve pesquisa

Seguem alguns Complexos Multifuncionais focados em Centros Culturais e Esportivos para se inspirar.
Para ter mais informações de cada projeto, clique no título dele que você será encaminhado para a link de referência.

Centro Cultural Mariehøj – Dinamarca

Cartilha de Construtções e Reformas Particulares Sustentáveis

Segue uma das publicações da série de Cadernos de Consumo Sustentável lançado pelo Ministério dp Meio Ambiente: Construções e Reformas Particulares Sustentáveis
Abaixo deixo um texto retirado do blog do OECO 
O Ministério do Meio Ambiente lançou no dia 13 de abril a cartilha “Construções e Reformas Particulares Sustentáveis”, publicação que faz parte da série Cadernos de Consumo Sustentável. O objetivo é orientar os consumidores sobre como fazer moradias e reformas sustentáveis. Com apenas 9 páginas, a cartilha mostra um mapa com cada cômodo da casa e aponta quais são as opções para a execução da obra dentro dos conceitos de sustentabilidade. A utilização de materiais de construção deve seguir o que for melhor para a saúde e o meio ambiente. No caso do uso de tintas, por exemplo, é preferível aquelas à base de água, pois evitam bactérias, fungos e algas em regiões úmidas. No uso de madeira, a dica é priorizar as certificadas, que garante que o produto não vem de área desmatada ilegalmente. Além disso, a publicação frisa a utilização da iluminação e ventilação natural, o que diminui o consumo de energia elétrica. Para isso, na hora de construir, o morador precisa levar em conta o clima do lugar e a localização do terreno. Nas áreas externas, a dica é utilizar reciclados da construção e pavimentação permeável. Segundo a cartilha, prefira o piso externo intertravado, feito de material prensado e que possui vida útil longa e baixo custo de manutenção.


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Escola Parque

Um texto muito legal para entender melhor a Escola no nosso país e compreender o que é a Escola Parque, pode ser encontrado na Revista AU. Além de poder ver um pouco da trajetória de Anísio Teixeira. Segue um trecho retirado desse artigo.

Para Anísio Teixeira a escola precisava educar em vez de instruir, formar homens livres em vez de homens dóceis, preparar para um futuro incerto em vez de transmitir um passado claro, ensinar a viver com mais inteligência, mais tolerância e mais felicidade. O interesse do estudante devia orientar o seu aprendizado num ambiente de liberdade e confiança mútua entre professores e alunos, em que esses fossem ensinados a pensar e julgar por si mesmos. 

As escolas comunitárias norte-americanas inspiraram o programa da escola-parque concebido por Anísio Teixeira na secretaria da educação da Bahia. No Brasil, onde a questão da quantidade muitas vezes atropela a qualidade, Anísio Teixeira pensou alcançar a qualidade propondo um sistema em que a educação da sala de aula fosse completada por uma educação dirigida. Pensou em um sistema composto por “escolas-classe” e “escolas-parque”: quatro escolas-classe, para mil alunos cada, construídas no entorno de uma escola-parque, para quatro mil alunos, e os estudantes frequentariam ambas num sistema alternado de turnos. Na escola-parque funcionavam as atividades complementares: educação física, social, artística e industrial. O arquiteto Diógenes Rebouças projetou a escola-parque Centro Educacional Carneiro Ribeiro (primeira etapa 1947/segunda etapa 1956) dentro da ideia de um espaço completo de formação, num período em que se mesclavam princípios modernos na arquitetura e idealismo social nos programas arquitetônicos. Em entrevista concedida à AU, em 1986, Diógenes Rebouças declarou que “todas as obras do plano educacional do Estado que eu fiz, todos eles, o Centro Carneiro Ribeiro, a escola-parque, apenas interpretei uma magnífica ideia que sugeria uma arquitetura sadia, modesta e séria, isso pelo programa”.

 
Croquis das escolas-classe (1948), em São Paulo, de Hélio Duarte


Escola-parque ou Centro Educacional Carneiro Ribeiro (em duas etapas: 1947 e 1956), em Salvador, de Diógenes Rebouças


Nas duas imagens à esquerda, Grupo Escolar Almirante Barroso (1949). À direita, no alto, Grupo Escolar de Vila Leopoldina (1949) e, acima, Grupo Escolar de Moema (1949). Todas assinadas por Hélio Duarte, em São Paulo


Nas duas imagens à esquerda, conjunto educacional em São Miguel Paulista (1956), de Roberto José Goulart Tibau, em colaboração com AC Pitombo e JB Arruda. À direita, Ginásio Estadual da Penha (1953), em São Paulo, de Eduardo Corona. Ambos pelo Convênio Escolar


CEU Vila do Sol (2008), no Jardim Ângela, em São Paulo

Essas imagens foram retiradas do site da AU, e o texto completo, que vale muito a pena ler, você pode acessar aqui.

A Vida e a varanda no brasil

Trabalhando em um novo/velho projeto. Mesmo cliente, novas idéias. E tentando encontrar inspirações, me deparo com um texto muito interessante que mostra a mudança na varanda nas casas brasileiras de acordo com a vida e a história do Brasil. Uma publicação feita por Helena C. L. Brandão e Angela M. Martins. Vale a pena a leitura, por isso clique aqui para abrir o texto.

Residência Estudantil

Nesse semestre terei mais uma disciplina de projeto arquitetônico. Mas desta vez será voltado para moradias unifamiliares. E pra começar, foi feito uma pequena atividade na primeira aula, no qual escolhemos um família, descrevemos ela (briefing), desenvolvemos um programa de necessidades e elaboramos um layout para a residência dessa família. Mas tudo de forma rápida e curta, seria mais um esboço de anteprojeto. 
Como requisito, teríamos que escolher uma família que seja diferente da nossa; e como em casa somos em 3 (eu+marido+filho), pensei em uma família de um casal de homossexual e uma filha; mas achei que ainda assim seria muito parecida com a minha família (1 casal + 1 criança). Por isso, resolvi trabalhar com 4 estudantes que moram juntos e desenvolver uma casa estudantil para eles. Como eu já morei em república e em alojamentos de faculdade, me empolguei com essa escolha. E após algumas conversas com o professor da disciplina, fiquei mais interessada nos diversos tipos de casas estudantis que existem pelo mundo. Então, resolvi fazer uma pesquisa rápida na internet e trouxe 2 soluções e layouts interessantes que encontrei. Apesar da maioria dos projetos que mostrarei serem projetos coletivos, irei dar mais atenção à unidade.

Cité a Docks é um projeto do Atelier Cattani Architects. Uma casa estudantil localizado em Le Havre na França. Um projeto super interessante, pois foi feito com containers velhos, que ao todo formaram um prédio de 4 andares, abrigando 100 apartamentos. 
Atendendo ao programa de necessidade, as unidades foram projetadas de forma a solucionar diversos conflitos existentes nas casas estudantis (privacidade, isolamento acústico e adaptação fácil para diferentes rotinas). Assim, cada quarto contém banheiros, cozinha e wifi. Sendo que cada quarto (container) foi distribuído com espaços vazios e áreas comuns, fazendo com que o prédio mantivesse um ar familiar.
Fotografia: Vincent Fillon
A residência estudantil de Poljane é um projeto de Bevk Perovic Arhitekti que fica em Ljubljana (Eslovênia). O edifício foi elaborado de tal forma que a área de convívio público fica localizado na parte de baixo (com espaço para aulas e estudo, área social e ócio, bicicletário, jardim) enquanto a área particular na parte de cima, mais especificamente nos 3 andares superiores, onde estão as residências.
Cada residência possui 2 quartos (com 1 ou 2 camas) que são separados pela área central, onde ficam a cozinha, sala de jantar e banheiro. A área central possui uma grande janela que fica voltada para o pátio ou a rua. Já os dormitórios ficam mais reservados com os painéis móveis de alumínio perfurado.
Fotografia: Miran Kambic
Tentarei voltar com mais casas estudantis, principalmente com algumas que existem no Brasil. Mas ainda não encontrei as plantas para colocar aqui. Além do mais, tenho que terminar esse projeto pra apresentar. 

Inspirações #1

Algumas inspirações retiradas do pinterest. São lugares que posso dizer que fazem meu estilo. Ainda não sei descrever qual estilo que mais me caracteriza, não é algo minimalista. Acho que pode ser definido como um design simples e aconchegante. Talvez essas 2 palavras podem definem bem meu trabalho.