Centros Culturais – uma breve pesquisa

Seguem alguns Complexos Multifuncionais focados em Centros Culturais e Esportivos para se inspirar.
Para ter mais informações de cada projeto, clique no título dele que você será encaminhado para a link de referência.

Centro Cultural Mariehøj – Dinamarca

Cartilha de Construtções e Reformas Particulares Sustentáveis

Segue uma das publicações da série de Cadernos de Consumo Sustentável lançado pelo Ministério dp Meio Ambiente: Construções e Reformas Particulares Sustentáveis
Abaixo deixo um texto retirado do blog do OECO 
O Ministério do Meio Ambiente lançou no dia 13 de abril a cartilha “Construções e Reformas Particulares Sustentáveis”, publicação que faz parte da série Cadernos de Consumo Sustentável. O objetivo é orientar os consumidores sobre como fazer moradias e reformas sustentáveis. Com apenas 9 páginas, a cartilha mostra um mapa com cada cômodo da casa e aponta quais são as opções para a execução da obra dentro dos conceitos de sustentabilidade. A utilização de materiais de construção deve seguir o que for melhor para a saúde e o meio ambiente. No caso do uso de tintas, por exemplo, é preferível aquelas à base de água, pois evitam bactérias, fungos e algas em regiões úmidas. No uso de madeira, a dica é priorizar as certificadas, que garante que o produto não vem de área desmatada ilegalmente. Além disso, a publicação frisa a utilização da iluminação e ventilação natural, o que diminui o consumo de energia elétrica. Para isso, na hora de construir, o morador precisa levar em conta o clima do lugar e a localização do terreno. Nas áreas externas, a dica é utilizar reciclados da construção e pavimentação permeável. Segundo a cartilha, prefira o piso externo intertravado, feito de material prensado e que possui vida útil longa e baixo custo de manutenção.


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Chalkboard – Tutoriais bacanas para começar

Ganhei uma lousa de um cliente para anunciar meus produtos fora da Panetteria Trigo. Achei super carinhoso esse presente <3 Eu só tenho que agradecer à Deus pelos clientes que tenho!
Bom, com uma lousa nova ganhei também um novo desafio: aprender a escrever na lousa de uma maneira que seja pelo menos bonita, e por isso sai a procura de aulas e dicas. Seguem algumas delas aqui.

1. Algumas dicas de como começar

2. Transferindo a arte

Esse tutorial é bem legal, pois ele tras a dica de como transferir uma arte impressa para a lousa. E se você não tem uma letra bonita [como no meu caso], você poderá usar as fontes do computador para deixar sua arte linda!

3. Alguns materiais

Com esses 2 tutoriais consegui fazer minha lousa <3 Primeiro pintei a lousa (que era verde) na cor preta. Usei uma tinta da Coral: Coralit tradicional na cor preta fosca. Depois fiz a arte no Illustrator, transferi para a lousa utilizando um papel carbono branco (usualmente conhecido como carbono para costureira). E por fim passei o giz por cima, usando as dicas do primeiro vídeo. 

Malhas Urbanas

Olha que incrível ver as diferentes malhas urbanas nessas fotos! Mais fotos assim pode ser vista no Daily Overview.
Barcelona, Espanha
Berlin, Alemanha
Grammichelle, Itália
Guadalajara, México
Killeen, Texas
Moscou, Rússia
Pesaro, Itália
Califórnia, São Francisco
Bali, Marrocos
Dubai, UAE

Apartamento em preto e branco










Lindo apartamento na Suécia! Com piso em madeira pintado de branco, paredes cinza claro e branco, decorado com peças modernas e clean, com exceção do antigo sofá de veludo na cor chocolate, dando um contraste muito agradável! A última foto da varanda consegue mostrar o lafo aconchegante e romântico desse ambiente <3
Fotos por Anders Bergstedt , design de interiores de Anna Furbacken feito para Entrece.

Escola Parque

Um texto muito legal para entender melhor a Escola no nosso país e compreender o que é a Escola Parque, pode ser encontrado na Revista AU. Além de poder ver um pouco da trajetória de Anísio Teixeira. Segue um trecho retirado desse artigo.

Para Anísio Teixeira a escola precisava educar em vez de instruir, formar homens livres em vez de homens dóceis, preparar para um futuro incerto em vez de transmitir um passado claro, ensinar a viver com mais inteligência, mais tolerância e mais felicidade. O interesse do estudante devia orientar o seu aprendizado num ambiente de liberdade e confiança mútua entre professores e alunos, em que esses fossem ensinados a pensar e julgar por si mesmos. 

As escolas comunitárias norte-americanas inspiraram o programa da escola-parque concebido por Anísio Teixeira na secretaria da educação da Bahia. No Brasil, onde a questão da quantidade muitas vezes atropela a qualidade, Anísio Teixeira pensou alcançar a qualidade propondo um sistema em que a educação da sala de aula fosse completada por uma educação dirigida. Pensou em um sistema composto por “escolas-classe” e “escolas-parque”: quatro escolas-classe, para mil alunos cada, construídas no entorno de uma escola-parque, para quatro mil alunos, e os estudantes frequentariam ambas num sistema alternado de turnos. Na escola-parque funcionavam as atividades complementares: educação física, social, artística e industrial. O arquiteto Diógenes Rebouças projetou a escola-parque Centro Educacional Carneiro Ribeiro (primeira etapa 1947/segunda etapa 1956) dentro da ideia de um espaço completo de formação, num período em que se mesclavam princípios modernos na arquitetura e idealismo social nos programas arquitetônicos. Em entrevista concedida à AU, em 1986, Diógenes Rebouças declarou que “todas as obras do plano educacional do Estado que eu fiz, todos eles, o Centro Carneiro Ribeiro, a escola-parque, apenas interpretei uma magnífica ideia que sugeria uma arquitetura sadia, modesta e séria, isso pelo programa”.

 
Croquis das escolas-classe (1948), em São Paulo, de Hélio Duarte


Escola-parque ou Centro Educacional Carneiro Ribeiro (em duas etapas: 1947 e 1956), em Salvador, de Diógenes Rebouças


Nas duas imagens à esquerda, Grupo Escolar Almirante Barroso (1949). À direita, no alto, Grupo Escolar de Vila Leopoldina (1949) e, acima, Grupo Escolar de Moema (1949). Todas assinadas por Hélio Duarte, em São Paulo


Nas duas imagens à esquerda, conjunto educacional em São Miguel Paulista (1956), de Roberto José Goulart Tibau, em colaboração com AC Pitombo e JB Arruda. À direita, Ginásio Estadual da Penha (1953), em São Paulo, de Eduardo Corona. Ambos pelo Convênio Escolar


CEU Vila do Sol (2008), no Jardim Ângela, em São Paulo

Essas imagens foram retiradas do site da AU, e o texto completo, que vale muito a pena ler, você pode acessar aqui.
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